Antuérpia e as vogais
Depois da moderna, plural e histórica Londres pegamos um ônibus para irmos para a Antuérpia, na bélgica, que foi um porto muito importante no século 16, na época das grandes navegações.
A bélgica é dividida entre os que falam francês e os que falam o Holandês. Na Antuérpia se fala esta segunda língua que além de ser incompreensível ela usa milhões de vogais, e logo foi apelidada por nós como a l;ingua das vogais.
Antuérpia, ou Anvers em francês, é uma cidade muito charmosa. Com grandes praças e uma catedral gótica bem bonita. Passamos apenas 3 dias nesta cidade, mais tenho que dizer que foram poucos.
O principal objetivo desta viagem foi visitar o museu Plantin Moretus, que foi um grande impressor do século 16, sua família continuou no mesmo setor por mais dois séculos até que a revolução industrial e uma aversão pelo novo arruinou o negócio deles.
A impressora fechou, mas imediatamente depois foi transformada um museu, conservando tudo exatamente como no tempo de funcionamento.
Este museu é extremamente interessante e e pode ajudar a iluminar qualquer leigo na história dos livros e da impressão. Lá é possível ver como eles eram compostos, impressos e até como os tipo móveis eram criados e reproduzidos.
A Antuérpia é também a terra de Rubens, o pintor que pinta formas musculosas e voluptuosas. Tanto no museu de Moretus quanto na catedral podemos ver alguns exemplos da sua obra, porem o museu que um dia foi a casa do artista teve que ficar para uma outra ocasião, pois dentro dos 3 dias que ficamos um era pela metade e o outro foi uma segunda quando os museus não funcionavam.
Tá bonito, hein? Ô inveja do moléstia… Aproveitem muito e tirem fotos, muitas fotos! E voltem logo… Sem brincadeira… Saudades…